O STF freou o assédio judicial a jornalistas, mas falta uma lei
Dois jornalistas enfrentaram 255 ações em série. Desde 2024, o STF permite reuni-las na cidade onde moram, mas só uma lei pode completar a proteção.
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Dois jornalistas enfrentaram 255 ações em série. Desde 2024, o STF permite reuni-las na cidade onde moram, mas só uma lei pode completar a proteção.
Lei de 2019, validada pelo STF em 2023, foi instalada em Minas Gerais em agosto de 2025, quase seis anos depois da sanção.
Em 2016, o STF trancou ação contra um padre por 4 votos a 1. A lei de 2023 sobre discriminação usa um critério mais amplo.
A média diária passou de 188 para 327 ataques no X e no Instagram entre agosto e outubro, mas a maior parte da alta veio antes da reta final.
Em vigor desde 2020, a Lei 13.869 prevê até 4 anos de detenção; a lei de 1965 previa no máximo 6 meses.
Qualquer pessoa pode pedir sem advogado e sem custas, mas o STF concedeu 762 de 22.378 pedidos analisados entre 2024 e março de 2025.
A Lei 14.155, de 2021, elevou a pena mínima de 3 meses para 1 ano e a máxima de 1 ano para 4 anos.
Induzir alguém ao uso de drogas pode render até 3 anos de detenção, seis vezes a pena máxima da apologia no Código Penal.
Os prazos foram de 2 horas na Bahia e 24 horas em Minas; as duas liminares, provisórias, foram pedidas por campanhas de candidatos.
Em 2024 e 2025, a preventiva veio em 59,7% das audiências por drogas, contra 37,5% nos demais crimes.
Pela decisão de 30 de setembro, a multa só incide se a dívida estiver inscrita, com cobrança não suspensa e sem garantia.
Ministro do STF mandou a PF investigar ataques em sete estados; as reportagens descrevem nove casos, três deles na Bahia.