Idafro compara planos de Lula e Flávio sobre racismo religioso
Segundo o Idafro, o plano de Flávio não usa a palavra racismo, e o de Lula trata do tema, em dossiê publicado antes do 2º turno.

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Repórter de Religião · Jornal Liberdade
Apura liberdade religiosa, intolerância e atuação do Estado junto às comunidades de fé.
Regina Antunes é repórter de Religião do Jornal Liberdade. Cobre disputas judiciais, ataques a templos e terreiros e políticas públicas que afetam o livre exercício da crença.
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Segundo o Idafro, o plano de Flávio não usa a palavra racismo, e o de Lula trata do tema, em dossiê publicado antes do 2º turno.
Flávio Bolsonaro diz que não reconhece a eleição e vai pedir anulação, mas líderes evangélicos citados pela imprensa aceitaram o resultado.
A Constituição protege o culto, mas o STF decidiu em 2021 que estados e municípios podem proibir cultos presenciais na pandemia.
Em mensagem divulgada em 21 de outubro, o Conselho Permanente da CNBB pede respeito às urnas e cita a Constituição antes do 2º turno.
O juiz eleitoral escolhe o local de votação, e templos não podem receber propaganda. No dia 25, pedir voto a eleitores na porta pode ser crime.
Pesquisa da UFRJ e da More in Common analisou 7.456 celebrações antes do primeiro turno; críticos falam em fiscalização ilegal da fé.
Por maioria, o TSE manteve a remoção de 1.125 publicações que ligam Flávio Bolsonaro a um plano contra o título de Nossa Senhora Aparecida.
Um homem foi preso após danificar três igrejas católicas em Caldas Novas (GO). A lei pune o dano e, em certos casos, o vilipêndio a objeto de culto.
Flávio disse que pessoas da CNBB espalharam boato sobre a padroeira; a CNBB negou no mesmo dia e disse que a acusação não tinha fatos nem provas.
Flávio criticou o fim da escala 6x1 em 6 de outubro e votou a favor oito dias depois; a alternativa que defendia paga por hora trabalhada.
Pesquisadora rejeita o termo 'narcopentecostalismo'; casos de SP, RN e MT citam pastores, mas as fontes não trazem dado nacional.
A ordem para apagar o post de Flávio sobre igrejas veio oito dias depois; a queda entre evangélicos é de junho.
Foram 2.472 denúncias em 2024, contra 1.481 em 2023, e quase três em cada quatro não informam a religião da vítima.
Tese do STF de 2020 cobre concursos e servidores em estágio probatório; para alunos, uma lei de 2019 lista as alternativas.
A obrigação vai dos 18 aos 45 anos, e quem recusa também a alternativa pode ter os direitos políticos suspensos.
Desde 2010, a fatia de católicos caiu 8,4 pontos percentuais, segundo o IBGE, e a regra de neutralidade vale para todas as crenças.