Anulação depois da urna tira do eleitor do Rio a palavra final
Com votos de Garotinho anulados depois da urna, Ruas foi proclamado sem segundo turno; registros devem ser julgados antes do voto.
Caderno de garantias
Análises de colunistas e convidados sobre liberdades civis, sempre assinadas e separadas da reportagem.
Com votos de Garotinho anulados depois da urna, Ruas foi proclamado sem segundo turno; registros devem ser julgados antes do voto.
A multa de R$ 153,7 milhões ao TikTok mostra que a lei brasileira alcança plataformas estrangeiras. Proteger crianças, porém, exige limites claros.
Três ministros concentram casos de propaganda no TSE; a remoção de peças de campanha precisa ser distribuída, revista com rapidez pelo plenário e explicada.
O TSE agiu certo ao exigir base factual dos dois lados. Liminares de um ministro, porém, precisam de revisão rápida e critério público.
Comentário: às vésperas do 2º turno, aceitar o resultado é o mínimo da democracia. Protestar e recorrer à Justiça são direitos; tentar impedir a posse, não.
Comentário: o Brasil já tem leis e tribunais para decidir o que as plataformas podem remover. Soberania exige também transparência e revisão judicial.
A espionagem de repórteres pela Abin paralela afeta o direito do leitor de ser informado. Quem vencer em 25 de outubro precisa assumir esse compromisso.
Comentário: quando o templo vira palanque, quem perde é o fiel. O Estado laico garante a fé de todas as religiões, inclusive as afro-brasileiras.
Comentário: a régua do TSE protege o eleitor só se valer igual para Lula e Flávio, com crítica dura no ar e fato inventado fora.
Flávio criticou o fim da escala 6x1 em 6 de outubro e votou a favor oito dias depois; a alternativa que defendia paga por hora trabalhada.
Sem votação desde maio de 2023, o PL 2630 segue parado; defendo transparência das plataformas, não um juiz da verdade.
Enquanto o STF não decide se polícia e Ministério Público podem encomendar relatórios ao Coaf sem juiz, defendo a ordem judicial prévia como regra.