Campanha de Flávio pede ao TSE retirar 241 posts de três veículos
Pedido de 22 de outubro quer tirar do ar, em três horas, 241 publicações de DCM, ICL e Brasil Fora da Caverna, sem decisão conhecida do TSE.

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Colunista de Imprensa · Jornal Liberdade
Analisa o papel do jornalismo, a proteção das fontes e o direito público à informação.
Renato Farias é colunista de Imprensa do Jornal Liberdade. Comenta ameaças ao trabalho jornalístico e os deveres de transparência de veículos e poder público. Suas análises são assinadas e publicadas no caderno Comentário.
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Pedido de 22 de outubro quer tirar do ar, em três horas, 241 publicações de DCM, ICL e Brasil Fora da Caverna, sem decisão conhecida do TSE.
Quarta Turma rejeitou recurso do espólio de um empresário e manteve a decisão que afastou indenização contra O Globo e um jornalista.
Pedido ao governo deve ter resposta em até 20 dias, prorrogáveis por mais 10. Sigilo e dados pessoais são os limites previstos na lei para o acesso.
Contestar a eleição na Justiça é direito, mas negar um resultado com 4,4 milhões de votos de vantagem ataca as liberdades que o contestador diz defender.
Resultados saem no Portal Resultados do TSE a partir das 17h; cada boletim de urna tem QR Code para conferir a seção antes de compartilhar.
Boletim de ocorrência, Fala.BR, Abraji e Polícia Federal: veja onde registrar a agressão a jornalista e quais leis protegem quem cobre as eleições.
Nota de dez entidades, publicada em 13 de outubro, cita processos judiciais, plataformas e a sobrevivência financeira dos veículos como riscos.
Nota conjunta de 10 entidades, de 14 de outubro, cita o Brasil em 52º no ranking da RSF e a ação contra a União sobre a Abin paralela.
A PF pediu ajuda dos Estados Unidos em 9 de outubro e mais 90 dias para o inquérito que investiga Flávio Bolsonaro.
Enquanto o STF não decide se polícia e Ministério Público podem encomendar relatórios ao Coaf sem juiz, defendo a ordem judicial prévia como regra.
Em 2016, o STF trancou ação contra um padre por 4 votos a 1. A lei de 2023 sobre discriminação usa um critério mais amplo.
Pela tese do STF de 17 de junho, a plataforma avisada responde se não remover conteúdo ilícito, o que favorece apagar por precaução.